segunda-feira, outubro 27, 2008
segunda-feira, outubro 06, 2008
No rescaldo
A surpresa foi maior e melhor - do que eu pensava: São apenas 7 por cento dos votos válidos de diferença do Gabeira para o Eduardo Pinocchio. Acho que dá para virar o jogo, mesmo com o adversário se dizendo aliado do governo federal. Além disso, o governador tem apenas mais dois anos de mandato e não vai querer perder boa parte do seu prestígio - acompanhada de muitos votos - no Rio de Janeiro colocando-se contra uma eventual presença de Gabeira na prefeitura da capital.
Pelo menos teremos metade da sujeira que os candidatos deveriam fazer no segundo turno.
Pelo menos teremos metade da sujeira que os candidatos deveriam fazer no segundo turno.
domingo, outubro 05, 2008
No dia do voto
A eleição ainda não terminou, mas a esta hora - faltam apenas vinte minutos para o fechamento das seções eleitorais - a sorte dos candidatos já deve estar selada nos bits armazenados nos milhares de urnas eletrônicas de cada cidade, em cada estado desse imenso Brasil democrático até demais.
Pelo que pude observar pessoalmente, pelo menos no Rio de Janeiro, houve transporte em profusão. Tenho que pegar dois ônibus para chegar ao local onde voto e um dos motoristas, na ida, queixava-se de ter que trabalhar no que seria seu dia de folga. Fui e voltei com facilidade e às dez da manhã já estava em casa.
A boca de urna funcionou com a mais ou menos cara de pau e a pouca repressão de sempre.
Mais uma vez imperou a sujeira de panfletos espalhados pelas calçadas, galhardetes e faixas penduradas durante a madrugada, na vã e última tentativa de ganhar um voto aqui ou acolá. Desconfio dessa profusão de papel e faixas que pode esconder em muitos casos a malversação dos fundos de campanha.
O verdadeiro balanço desse dia vai ser conhecido aos poucos, durante a semana. O resultado deve sair até a madrugada e acredito que vai haver uma quase surpresa envolvendo os dois melhores colocados para o segundo turno.
De qualquer modo, vamos torcer: Gabeira lá!!
Pelo que pude observar pessoalmente, pelo menos no Rio de Janeiro, houve transporte em profusão. Tenho que pegar dois ônibus para chegar ao local onde voto e um dos motoristas, na ida, queixava-se de ter que trabalhar no que seria seu dia de folga. Fui e voltei com facilidade e às dez da manhã já estava em casa.
A boca de urna funcionou com a mais ou menos cara de pau e a pouca repressão de sempre.
Mais uma vez imperou a sujeira de panfletos espalhados pelas calçadas, galhardetes e faixas penduradas durante a madrugada, na vã e última tentativa de ganhar um voto aqui ou acolá. Desconfio dessa profusão de papel e faixas que pode esconder em muitos casos a malversação dos fundos de campanha.
O verdadeiro balanço desse dia vai ser conhecido aos poucos, durante a semana. O resultado deve sair até a madrugada e acredito que vai haver uma quase surpresa envolvendo os dois melhores colocados para o segundo turno.
De qualquer modo, vamos torcer: Gabeira lá!!
domingo, setembro 28, 2008
Falta uma semana
Faltando uma semana para a eleição municipal, já temos certamente nossos candidatos escolhidos.
No capítulo Vereador, ficarei com a mesma da eleição anterior, Jurema Batista. Não há porque mudar.
Já os candidatos a prefeito estão, em sua maioria, dando um banho de esperteza na sanha de parecerem amigos do Lula e do Governador. Parece que a única maneira de convencer ao eleitor é passar a certeza de que todos 'governarão juntos'. Na casa em que todo mundo manda, ninguém tem responsabilidade.
Os mais mentirosos: Eduardo Paes, que muda de partido como quem muda de camisa é o mais cotado para o troféu Pinocchio. Em segundo vem a candidata do atual alcaide, prometendo as mesmas coisas que o seu protetor vem prometendo sem cumprir há dois mandatos.
O mais sonso: quero saber quando o Crivella vai tirar a máscara de santarrão e mostrar a que realmente veio na política. Esse negócio de cimento social é obra assistencialista da mais fraca tiragem. Aliás, foram os militares que garantiam a segurança do cimento social que entregaram alguns jovens da Providência a traficantes do Morro da Mineira, onde foram torturados e mortos.
O melhor jingle da campanha: esse troféu vai para o candidato Molon, do PT. Como musiquinha não ganha eleição desde os tempos de Jânio Quadros, o Molon vai ficar lá pelo quarto ou quinto lugar. Não inspira a força necessária, embora pertença a um partido forte o bastante para lhe dar boa quantidade de votos.
Meu candidato: tem um candidato que só prometeu uma coisa. Não sujar a cidade durante a campanha. E está cumprindo à risca. Se até o dia da eleição não encontrar aquele monte de panfletos espalhados pelas ruas com seu nome ou seu retrato, vou votar nele. É o Gabeira, cuja atuação na câmara federal lhe dá respaldo para se candidatar a prefeito da nossa cidade ex-maravilhosa.
E não adianta discutir, pois política, assim como futebol e religião, estão fora de discussão.
No capítulo Vereador, ficarei com a mesma da eleição anterior, Jurema Batista. Não há porque mudar.
Já os candidatos a prefeito estão, em sua maioria, dando um banho de esperteza na sanha de parecerem amigos do Lula e do Governador. Parece que a única maneira de convencer ao eleitor é passar a certeza de que todos 'governarão juntos'. Na casa em que todo mundo manda, ninguém tem responsabilidade.
Os mais mentirosos: Eduardo Paes, que muda de partido como quem muda de camisa é o mais cotado para o troféu Pinocchio. Em segundo vem a candidata do atual alcaide, prometendo as mesmas coisas que o seu protetor vem prometendo sem cumprir há dois mandatos.
O mais sonso: quero saber quando o Crivella vai tirar a máscara de santarrão e mostrar a que realmente veio na política. Esse negócio de cimento social é obra assistencialista da mais fraca tiragem. Aliás, foram os militares que garantiam a segurança do cimento social que entregaram alguns jovens da Providência a traficantes do Morro da Mineira, onde foram torturados e mortos.
O melhor jingle da campanha: esse troféu vai para o candidato Molon, do PT. Como musiquinha não ganha eleição desde os tempos de Jânio Quadros, o Molon vai ficar lá pelo quarto ou quinto lugar. Não inspira a força necessária, embora pertença a um partido forte o bastante para lhe dar boa quantidade de votos.
Meu candidato: tem um candidato que só prometeu uma coisa. Não sujar a cidade durante a campanha. E está cumprindo à risca. Se até o dia da eleição não encontrar aquele monte de panfletos espalhados pelas ruas com seu nome ou seu retrato, vou votar nele. É o Gabeira, cuja atuação na câmara federal lhe dá respaldo para se candidatar a prefeito da nossa cidade ex-maravilhosa.
E não adianta discutir, pois política, assim como futebol e religião, estão fora de discussão.

