segunda-feira, maio 14, 2018

tag errada

Na verdade, o post que não foi publicado tinha um par de marcadores que formatei erradamente. Nessa versão do Android, fui avisado do erro. Na mais antiga simplesmente não avisou, nem publicou.

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testando bloggeroid

O Bloggeroid falhou em publicar um post a partir de uma versão mais antiga do Android. Vejamos como funciona daqui.

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depois da verdade

Estou lendo Pós-Verdade - A Nova Guerra Contra Os Fatos Em Tempos De Fake News, de Matthew D'Ancona. O autor dá uma visão ampla e fundamentada das origens do termo pós-verdade e da sua aplicação às atitudes de alguns personagens relevantes na atualidade.


Nos próximos meses, estaremos em meio a uma campanha eleitoral para as chamadas eleições gerais. Portanto, teremos que lidar com as costumeiras táticas dos políticos, segundo as quais a verdade nem sempre é tão ou mais importante que os criativos substitutos usados por eles.
Acrescentemos ainda o fato de que as chamadas redes (anti)sociais deverão ser usadas intensamente na tentativa de convencer os eleitores e na divulgação de notícias - verdadeiras ou não.
Cabe ao eleitor mais esclarecido verificar a exatidão do que lhe é passado e decidir da melhor maneira.

- pós-verdade: quando os apelos à emoção, a crenças e a ideologias têm mais influência em moldar a opinião pública que os fatos objetivos. (The Oxford Dictionary)

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quarta-feira, agosto 30, 2017

mais sobre sketching

Dias atrás, resolvi ressuscitar uma caneta tinteiro crown que havia tempos estava esquecida em um velho estojo. Foi apenas uma limpeza, lavagem em álcool 46°GL (que já é diluído em muita água) e tinta.



Para teste, um sketch simples.



Gostei. Resolvi adicionar alguma cor e usei aquareláveis Mondeluz.


Acabou em uma pequena moldura.



O papel é Canson 180g/m2 cortado para A5 (210mm x 148mm).

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sábado, julho 22, 2017

livros de receitas



Cadernos de receitas estão se tornando coisas do passado. Com os inúmeros aplicativos e sites com receitas testadas e aprovadas, parece inútil anotar em cadernos as receitas de que mais gostamos. Basta criar sua lista de favoritas direto no aplicativo.
Mas se você - assim como eu, costuma testar receitas de diversas origens, vai ter que manter algum registro de onde elas estão.
Assim, ao invés de criar favoritas em diversos sites e aplicativos guardei o hábito de criar um arquivo digital com receitas que copiei da internet (e de algumas embalagens) ao longo dos ultimos dez ou mais anos; desde um tempo em que não existiam smartphones nem o Android.

Afinal, acho mais fácil escolher uma das preferidas, que imprimo e guardo em uma pasta, pendurá-la na porta da geladeira e verificar se estou seguindo o passo a passo corretamente.

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quinta-feira, julho 06, 2017

orquideas



O Inverno tem sido rigoroso em seus primeiros dias. Essas lindas vieram nos visitar em boa hora.

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quarta-feira, julho 05, 2017

sketching



Parte da minha reorganização do tempo visa permitir soltar a mão. Fazia um bom tempo que não praticava com esse mini sketchbook.

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reativando o bloggeroid

Nos últimos tempos venho diminuindo o tempo que gasto com as tais redes sociais - que no meu caso reduzem-se a Facebook (que raramente visito) e Whatsapp. Quanto a esse último, estou reorganizando as coisas de modo a diminuir drasticamente o tempo a ele dedicado.

Assim, espero retomar algumas atividades em base mais regular, incluindo blogar mais um pouco.

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terça-feira, outubro 04, 2016

a raiva contra as ideias

Estou tentando ler Agosto, de Rubem Fonseca. Entre os afazeres domésticos, a TV e o Whatsapp, sempre há de se reservar um tempo para a leitura.
Hoje, a propósito das opções do eleitor no segundo turno de muitas cidades Brasil a fora, lembrei de um diálogo do livro:
O investigador Rosalvo conversa com o comissário Mattos.
"Posso lhe fazer uma pergunta? "
"Pode, respondeu o comissário.
"Afinal, o senhor é lacerdista ou getulista,"
"Tenho que ser uma dessas duas merdas?"
"Não senhor", disse Rosalvo ao ver a careta do comissário. "O corcunda é que sabe como se deita."

Lembro bem do dia em que foi anunciada a morte de Getúlio, naquele Agosto de 1954 a que se refere o livro. Getúlio Vargas, depois de ter governado como ditador, ganhou as eleições para presidente, pelo voto de um povo que via nele um benfeitor. Após sua morte, seguiu-se um período de tumulto institucional do qual o país saiu com a eleição de JK.

Lacerda seguiu na política, foi (bom) governador do então Estado da Guanabara, mas nunca se livrou da pecha de traidor e conspirador.

Quando leio e vejo o que é veiculado nos meios de comunicação e nas redes sociais, sob o pretexto de expressar opiniões, entendo que o modo raivoso usado para atacar as pessoas e distorcer as ideias só serve para desinformar, criar medo, dúvida e incerteza.

Realmente, é difícil de resolver o dilema de escolher o menos ruim.

Talvez por isso, os votos nulos e as abstenções no Rio tenham somado um número maior que os votos recebidos pelo primeiro colocado.

Certamente entre os eleitores que se abstiveram de comparecer ao ato cívico há um grande número de pessoas que, como eu, cansaram de tentar fazer o certo e depois ver tudo dar errado.

Concluindo: esta foi a eleição em que, pela primeira vez, pude exercer meu direito de optar por votar ou não. Escolhi o não.

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sexta-feira, setembro 30, 2016

ad nauseam

Em um grupo de Whatsapp recebi a seguinte pergunta de um amigo de longa data:

"Palácios existentes com moradores mandatários que governam um povo é sinal de república ou monarquia?"

Certamente, a pergunta é uma provocação com referência aos nossos governantes e à situação política às vésperas de eleições municipais.

Não me lembro de ter escrevinhado nesse espaço algo que se referisse diretamente à política ou a políticos, já que tenho por norma evitar discussões sobre política, futebol e religião.

Entretanto, vou deixar aqui registrada a curta reflexão que fiz em minha resposta.

O uso da denominação 'palácio' é costume de países onde houve monarquias antes do sistema republicano.
Nos EUA, por exemplo, a residência oficial é a Casa Branca. Na Argentina, a Casa Rosada é a sede do governo central.

No tempo em que o Rio foi capital federal, os presidentes governavam a partir do palácio do Catete. A sede do governo estadual é o palácio Guanabara.

Não sei se existe relação entre as duas coisas, mas alguns de nossos governantes acabam por confundir suas condições de ocupantes de cargo eletivo cujos mandatos são finitos com o poder imperial dos antigos monarcas.

Nas cidades do interior, costuma haver verdadeiros feudos político-eleitorais, nos quais a descendência e a hereditariedade determinam quem tem direito sobre os votos dos eleitores. Ora, o feudo é domínio social típico da Idade Média. O poder no feudo era exercido por um senhor que ali representava a autoridade do monarca, assim como nos currais eleitorais um dono cuida dos interesses dos caciques de seu partido, enquanto garante a sucessão de sua própria linhagem.

Isso tudo nos leva a uma conclusão, não muito otimista, de que os homens mudam pouco, apesar do progresso técnico. E também de que, infelizmente, a História tem o péssimo hábito de se repetir, principalmente nos seus maus momentos.

P. S.: revendo esse post e o anterior, vejo que já fiz referência a políticos. Incidentalmente, trata-se de um texto que divulguei no mesmo grupo de Whatsapp. Memória recente não tem sido minha melhor amiga.
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