terça-feira, junho 16, 2026
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Treinando Sketching
quarta-feira, junho 10, 2026
Projetando
Marcadores: Krenak, Yousséf Campos
quarta-feira, maio 20, 2026
Tempos difíceis
Marcadores: tempos difíceis
domingo, junho 16, 2024
Tempos Modernos
Marcadores: nostalgia, rádio relógio, velocidade 2
terça-feira, janeiro 31, 2023
ferramentas
Ferramentas.
(A partir de uma frase de BNegão.)
"Olha ali; não tem uma só tesoura, mas são muitas e cada uma tem sua função."
Essa frase me levou a refletir sobre minhas próprias ferramentas, as de aço, aquelas de cortar, outras de desbastar, aplainar e alisar.
Outras são de medir, comparar, transferir e marcar. Medir três vezes e cortar uma só vez é o bom conselho dos mais experientes.
Outras ferramentas são intangíveis; ideias, pensamentos, sensações e sentimentos - tudo aquilo que fica gravado das nossas experiências na vida.
Com essas ferramentas podemos também medir, comparar, desbastar o que não é essencial, tirar conclusões, certas ou nem tanto.
Tudo depende da qualidade dessas ferramentas e do nosso domínio sobre elas.
No fim de tudo, o conhecimento e seu uso coordenado é a chave.
No exemplo de BNegão as várias tesouras serão pouco menos que inúteis se o cabeleireiro não dominar seu uso; mas serão ótimas ferramentas quando bem utilizadas de modo competente.
Portanto, é o uso de todos os nossos conhecimentos de modo harmonioso, mesmo os mais variados, que nos vai levar a uma análise mais completa e acertada dos problemas e das situações que surgirem em nosso caminho.
Marcadores: filosofando, Reflexão
segunda-feira, agosto 03, 2020
novos projetos
a inclemencia da morte
Naquele país imaginário grassou o medo de viver para além do suportável, quando cidadãos doentes, em estado terminal, eram mantidos vivos porque a Morte recusava-se a cumprir seu dever de levá-los dessa para melhor.
Em nosso país real, a Morte deve sentir-se assoberbada ao ter que recolher, a cada dia, cerca de um milhar de almas dos mortos pela pandemia, além daquelas que lhe caberia recolher normalmente de cidadãos e cidadãs mortos por outras causas. O medo em nossas plagas não é o de vegetar para sempre, mas o medo de ser acometido de uma doença que nega a seus portadores a convivência com a família, abala as relações sociais, põe a prova o amor pelo próximo e mostra sem pudor a precariedade das nossas existências.
A esperança sempre acalentada em nossos corações e mentes é de ouvir, sabe-se lá quando, a frase: "Ontem ninguém morreu da Covid-19."
segunda-feira, junho 01, 2020
chega junho
Marcadores: atitude positiva, esperança, perseverança
